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Última Atualização: 26/07/2016 às 09:20:04 por: mario
 
Você é um "líder integral"?
(* Waleska Farias)

Nas esferas corporativas onde as mudanças imprimem um ritmo exponencial em atendimento a demandas cada vez mais complexas e a relações interpessoais mais desafiadoras, paira uma grande incerteza na convenção do diferencial de sucesso nas organizações: qual o perfil do líder ideal para engajar as pessoas nessa nova configuração?

No propósito da liderança integral, o conceito de inspirar pessoas e envolver as organizações na construção da visão de futuro ideal tornou-se uma prioridade. O líder - certo da existência de níveis diversos de consciência e talentos como condição única de cada indivíduo - deve assumir a posição de agente transformador e promover as mudanças, a partir de si próprio, como estímulo para criação das condições necessárias ao bom desempenho dos seus colaboradores.

O conceito de liderança integral considera que a construção da excelência nas condições humanas requer um investimento na sutileza de determinadas habilidades. "Saber de uma coisa racionalmente não a torna sabedoria" (Jamie Sams). A inclusão da dimensão dos aspectos subjetivos compõe a equação da integralidade do líder. A dissociação dos conteúdos práticos e subjetivos responde por grande parte da insipidez dos resultados nas esferas organizacionais.

É preciso ser versado em pessoas e nutrir interesse genuíno por elas para que os resultados sejam construídos da melhor maneira possível. Muitos líderes, na tentativa de serem eficientes e autônomos, tornam-se cegos em relação às necessidades e expectativas das pessoas em seu entorno. Pessoas oprimidas não desempenham "no melhor de si" e passam ao largo do entendimento dos conceitos de alto desempenho e resultados excepcionais.

A missão do líder no contexto da liderança integral é atuar como elo de integração e ilustrar com o próprio exemplo a excelência dos resultados por meio de objetivos colaborativos e soluções integradoras, considerando o indivíduo na sua integralidade como interface primordial na conexão dos conceitos de desenvolvimento conjunto, transformação cultural e dimensões estruturais da organização.

Se a palavra ilustra, o exemplo arrasta. Muito mais do que de críticas, as pessoas precisam, de fato, de diretrizes de sucesso ilustradas por meio de atitudes que respeitem a condição humana do indivíduo e configurem o propósito da inclusão - do "estamos juntos' - na legitimação dos interesses próprios como princípio de motivação para construção dos resultados compartilhados.

(*) Waleska Farias é especialista em coaching, gestão de carreira e imagem.

MÁRIO HEINEN é psicólogo, pós-graduado em Administração de RH, em Dinâmica de Grupo e em Gestão da Qualidade para o Meio Ambiente. Consultor de pessoas e de organizações em Desenvolvimento Humano & Organizacional: RH, Pesquisa/Diagnóstico Organizacional e de CI/Endomarketing, T&D, Planejamento Estratégico, Qualidade Total, 'Eco Training' e 'Coaching' (ABRACOACHING). Ex-professor da UFRGS (Administração), da ULBRA (Psicologia), e ex-Diretor da FAJERS. Sócio Diretor da HEINEN - Parceria em Recursos Humanos.

 

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