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Última Atualização: 04/12/2012 às 16:11:08 por: mario
COMUNICAÇÃO E HUMOR

A comunicação humana é um tema tão fascinante e complexo que, quando abordada pelo viés do bom humor, torna algumas situações ‘rotineiras' em verdadeiros acontecimentos.
Assim, hoje, o TEXTO DA TERÇA traz para você três textos que eu utilizo em meus treinamentos, palestras e cursos, que versam sobre o tema ‘comunicação', e que servem para um momento de relaxamento, diversão e bom humor.

 UM PROBLEMA DE COMUNICAÇÃO

Num determinado país, regido pelo regime socialista, havia um efetivo favorável à natalidade. Por necessidade de mão-de-obra, criaram uma lei que obrigava os casais a terem um determinado número de filhos. Previram também uma tolerância de cinco anos, em que consistia no fato de que os casais que completassem cinco anos de casamento sem terem pelo menos um filho, o governo destacaria um Agente (masculino) para auxiliar o casal.
Assim, tivemos o seguinte fato, onde o marido e a mulher dialogavam:
Mulher: Querido, hoje completamos o 5º aniversário de casamento!
Marido: É, e infelizmente não tivemos um herdeiro.
Mulher: Será que eles vão enviar o tal agente?
Marido: Eu não sei.
Mulher: E se ele vier?
Marido: Bem ... eu não tenho nada a fazer.
Mulher: E eu menos ainda.
Marido: Vou sair, pois já estou até atrasado para o trabalho.
* Após a saída do marido, batem à porta. A mulher abre a porta e encontra um homem à sua frente. Era um fotógrafo que se enganara de endereço.
Homem: Bom dia! Eu sou ...
Mulher: Já sei, ... pode entrar.
Homem: Seu marido está em casa?
Mulher: Não, ele foi trabalhar.
Homem: Presumo que ele esteja a par ...
Mulher: Sim, ele está a par e também concorda.
Homem: Ótimo; então, vamos começar?
Mulher: Mas já? Assim tão rápido?
Homem: Preciso ser breve, pois ainda tenho mais seis casais para visitar.
Mulher: Puxa, e o senhor agüenta?
Homem: Sim, agüento, pois gosto do meu trabalho. Ele me dá muito prazer.
Mulher: Então, como vamos fazer?
Homem: Permita-me sugerir; uma no quarto, duas no tapete, duas no sofá, uma no corredor, duas na cozinha, e a última no banheiro.
Mulher: Nossa! Não é muito?
Homem: Minha senhora, nem o melhor artista da nossa profissão consegue na primeira tentativa. Numa dessas a gente acerta bem na mosca.
Mulher: O senhor já visitou alguma casa neste bairro?
Homem: Não, mas tenho comigo amostras dos meus últimos trabalhos. Veja! Não são lindas?
Mulher: Como são belos estes bebês ... o senhor mesmo que fez?
Homem: Sim, veja este aqui: foi conseguido na porta de um supermercado.
Mulher: Meu Deus, que coisa! Não lhe parece um tanto público?
Homem: Sim, mas a mãe era artista de cinema e queria publicidade.
Mulher: Eu não teria coragem de fazer isto.
Homem: Essa aqui foi em cima de um ônibus.
Mulher: Que horror!
Homem: E foi um dos serviços mais duros que já fiz.
Mulher: Eu imagino!
Homem: Veja este, foi conseguido num parque de diversões em pleno inverno.
Mulher: Credo! Como o senhor conseguiu?
Homem: Não foi fácil. Se não bastasse a neve caindo, tinha uma multidão em cima de nós. Eu nunca teria conseguido acabar.
Mulher: Ainda bem que sou discreta, e espero que ninguém nos veja.
Homem: Ótimo, eu também prefiro assim. Agora, se me der licença, eu vou armar o tripé.
Mulher: Tripé? Para que?
Homem: Bem madame, é necessário. O meu aparelho, além de pesado, depois de pronto para funcionar, mede mais de meio metro.
* (A mulher desmaiou, e nunca mais viu o fotógrafo)

 

"Porque despedi minha secretária"

Um executivo explicando a um amigo os motivos pelos quais despediu sua secretária:

"Há duas semanas, disse ele, era o meu quadragésimo quinto aniversário. Eu não estava lá essas coisas naquela manhã. Dirigi-me à copa para o café, na expectativa de que minha esposa estaria alegre e diria: ‘Feliz Aniversário querido'!, e teria um presente a me oferecer.

Porém, ela nem sequer me disse ‘bom dia', quanto mais ‘feliz aniversário'. Bem, pensei, esta é a mulher que você merece.

As crianças certamente irão lembrar. Mas as crianças chegaram para o café e não disseram uma palavra. Enquanto me dirigia ao escritório eu estava bastante abalado e desanimado.

Assim que entrei no escritório, Janete me disse: ‘Bom dia, chefe. Feliz Aniversário!' Então senti-me um pouco melhor. Finalmente alguém havia se lembrado.

Trabalhei até meio-dia, quando minha secretária entrou na sala e disse: ‘Chefe, está um dia tão lindo e, já que é seu aniversário, poderíamos almoçar juntos, só o senhor e eu!'
‘Ótimo!', eu disse; ‘esta foi a melhor coisa que ouvi hoje! Vamos embora'.

Fomos almoçar em um restaurante bem reservado, no campo. Tomamos dois martinis e nos divertimos muito. No caminho de volta para o escritório ela disse: ‘Vamos até o meu apartamento para tomarmos um drinque?'

Dirigimo-nos, então, para o apartamento dela. Saboreei mais um martini e fumei um cigarro. Aí ela disse: ‘Chefe, se não se importa, vou até o meu quarto colocar uma roupa mais a vontade'. ‘Tudo bem', disse eu.

Ela foi para o quarto e, decorridos mais ou menos seis minutos, ela saiu do mesmo, carregando um enorme bolo de aniversário, seguida pela minha mulher, meus filhos e minha sogra, cantando ‘Parabéns a Você'.

E... lá estava eu, sentado no meio da sala, sem nada além de minhas meias...

 

WHITE CHAPPEL

Certa vez uma família inglesa foi passar as férias na Alemanha. No decorrer de um dos passeios, viram uma pequena casa de campo, que pareceu boa para passarem as férias de verão. Foram falar com o proprietário da casa, um Pastor alemão, e combinaram alugá-la no verão seguinte.

De volta à Inglaterra, discutiram muito acerca da planta da casa. De repente a senhora lembrou-se de não ter visto o W.C. . Confirmando o sentido prático dos ingleses, escreveram imediatamente para esclarecer tal detalhe. A carta foi escrita assim:

"Gentil Pastor, Sou membro da família inglesa que há pouco visitou-o com a finalidade de alugar a sua propriedade no próximo verão. Como esquecemos de um detalhe, muito agradeceríamos que nos informasse onde se encontra o W.C. ."

O Pastor, não compreendendo o significado da abreviatura ‘W.C.', e julgando tratar-se da capela da seita inglesa "WHITE CHAPEL", respondeu nos seguintes termos:

"Em resposta à sua carta e seu questionamento, tenho o prazer de comunicar-lhe que o local de seu interesse fica a 12 km da casa. É muito cômodo, sobretudo se se tem o hábito de ir lá com freqüência. Nesse caso, é preferível levar comida para passar lá o dia inteiro. Alguns vão a pé, outros de bicicleta. Há lugar para 400 pessoas sentadas e 100 em pé, e recomenda-se chegar cedo para arrumar lugar sentado, pois os assentos são de veludo. As crianças sentam-se ao lado dos adultos e todos cantam em coro. Na entrada é distribuída uma folha de papel para cada um. Porém, se chegar depois da distribuição, pode-se usar a folha do vizinho ao lado. Tal folha deve ser restituída/devolvida à saída para poder ser usada durante o mês. Existem ampliadores de som. Tudo o que se recolhe é para as crianças pobres da região. Fotógrafos especiais tiram fotografias para os jornais da cidade, a fim de que todos possam ver os seus semelhantes no desempenho de um dever tão humano."

E fica aqui a minha singela homenagem a um dos maiores gênios e artistas da comunicação e do humor que, hoje, venceu mais uma batalha pela vida, saindo da UTI e indo para o seu quarto se recuperar. Melhoras, LFV!

* MÁRIO HEINEN é psicólogo, pós-graduado em Administração de RH, Dinâmica de Grupo e em Gestão da Qualidade para o Meio Ambiente. Consultor de organizações em Desenvolvimento Humano e Organizacional, RH, Endomarketing, T&D, Qualidade Total, Gestão Ambiental e 'Eco Training'. Coach Profissional (ABRACOACHING). Ex-professor da UFRGS (Administração), da ULBRA (Psicologia), e ex-Diretor da FAJERS. Sócio Diretor da HEINEN - Parceria em Recursos Humanos.

 

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