Blog »

'ARTE PARA ENTRETER, ARTE PARA DESENVOLVER' é o assunto dessa semana no TEXTO DA TERÇA...!

Última Atualização: 18/05/2020 às 22:21:19 por: mario
ARTE PARA ENTRETER, ARTE PARA DESENVOLVER

Estudar música deixa as crianças mais atentas e menos ociosas

Pesquisas recentes mostram que aprender a tocar um instrumento na infância melhora funções cerebrais ligadas a habilidades como memória, organização e controle das emoções.

Dar um instrumento musical na mão do seu filho ajuda a estimular o desenvolvimento neurológico dele. Estudar música melhora as funções executivas do cérebro, responsáveis por habilidades como memória, controle da atenção, organização e planejamento do futuro.

Especialistas constataram que o treinamento musical aumenta a espessura de uma área nobre do cérebro, o córtex, responsável também pelo controle das emoções. "O estudo dos instrumentos leva o ser humano ao nível mais complexo de concentração do cérebro, que é a atenção executiva. É preciso ter foco e disciplina para aprender a ler partituras e marcar o tempo", explica a pesquisadora Elvira Souza Lima, especialista em neurociência e música.

A atividade pode começar a partir dos quatro anos, quando a criança já é capaz de fazer movimentos mais sutis com as mãos. "Esse aprendizado modifica fisicamente o cérebro, principalmente quando ocorre antes dos sete anos, e os ganhos se mantêm por toda a vida, mesmo que a criança pare de tocar o instrumento depois", diz Elvira, frisando que o contato com a música, ainda que apenas como ouvinte, tem um grande impacto no desenvolvimento humano e prepara o cérebro para executar diferentes tipos de funções.

(*) Artigo publicado no site soescola.com, sem indicação nem referência de autoria.

Dançar, bem ou mal, é excelente para o corpo e para a mente
(* Maya Santana)

Lendo um artigo de um instrutor físico, Márcio Atalla, me veio a ideia de reunir minhas irmãs - somos sete - e umas três vezes por semana, juntas, fazermos uma sessão de dança. Nós todas adoramos dançar. Mas, nem sempre temos oportunidade. Tudo que leio sobre o ato de dançar me mostra que esse é um dos melhores exercícios, pois mexe com o corpo inteiro. O melhor é que a gente se diverte e se exercita ao mesmo tempo.

Márcio Atalla afirma que os benefícios em todos os aspectos são impressionantes, quando se dança regularmente. No caso do físico, a dança melhora a condição cardiorrespiratória, aumenta a força muscular, desenvolve a coordenação motora e o equilíbrio.

Confesso que não sou exatamente um pé de valsa, mas boa parte das pessoas adora dançar. E dançar é bom pra caramba! Ir a uma festa e dançar a noite toda é muito divertido e relaxante, além de deixar nosso corpo em movimento.

Quando praticada como atividade física regular, os benefícios da dança são
ainda mais impressionantes: ela gera efeitos em todos os aspectos de saúde e bem-estar.

As conquistas abrangem a parte emocional, social, física e cognitiva. Na parte física, há melhora na condição cardiorrespiratória, aumento de força muscular e um grande desenvolvimento na coordenação motora e equilíbrio. O gasto calórico, dependendo da aula, pode ser bem alto, o que ajuda a manter o peso. Além disso, a dança promove impacto, com saltos e outros passos, o que é excelente na manutenção da massa óssea, ajudando na prevenção de osteoporose.

Com o avanço da idade, perdemos em maior quantidade as fibras musculares do tipo 2, que são as de contração mais rápida. Mas quem dança ou dançou a vida toda consegue manter a agilidade dos movimentos, e essa perda é menor. Sem contar no equilíbrio, na flexibilidade, coordenação motora e na consciência espacial, fatores que ajudam na prevenção de quedas, um dos grandes perigos à saúde e autonomia das pessoas mais velhas.

O funcionamento cognitivo é bastante requisitado nessa atividade. Estar no ritmo da música, contar e decorar os passos são formas excelentes de ativar a função do cérebro, e o melhor, sem nem perceber. Ainda há liberação de uma série de neurotransmissores, como a serotonina, que promovem sensação de bem-estar, de alegria, o que pode ser uma ótima arma para tratar depressão e ansiedade.

Tem mais: dançar raramente é uma atividade solitária. Então, o fator social conta bastante. Novas amizades surgem dentro da sala de aula, em ambiente conectado pela música e pela arte de dançar. No solo, dança a dois ou em grupo, o efeito na autoestima e na autoconfiança é igualmente importante.

Então, para quem me pergunta sobre dança, respondo: dançar, sim, faz muito bem à saúde. É uma atividade física. E se você gosta, por que não escolher a dança para ser a sua atividade física, fazer parte da sua vida?

(*) Maya Santana - artigo publicado no site 50emais.com.br .

MÁRIO HEINEN é Psicólogo, Pós-graduado em Administração de RH, Dinâmica de Grupo, e em Gestão da Qualidade para o Meio Ambiente. Consultor de pessoas e de organizações em Desenvolvimento Humano & Organizacional: Gestão de Pessoas/RH, Pesquisa/Diagnóstico Organizacional e de Comunicação Interna, T&D, Planejamento Estratégico, Excelência em Serviços e no Atendimento ao Cliente, 'Eco Training', 'Coaching' (ABRACOACHING); Palestrante, Instrutor de Treinamentos e Educador Experiencial. Ex-professor da UFRGS (Escola de Administração), da ULBRA (Psicologia), e ex-Diretor da FAJERS. Sócio Diretor da HEINEN - Parceria em Recursos Humanos. Psicoterapeuta, Bombeiro Voluntário, Chef de Cozinha e Embaixador da Jr. Achievement/RS.

Compartilhar:

 

< Voltar           Imprimir

Ir à página inicial Notícias Sobre Ecotraining Serviços Parcerias Contato