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Última Atualização: 02/08/2016 às 10:25:07 por: mario
Jovens na liderança de empresas
(* Abraham Shapiro)

A chegada de um jovem à empresa normalmente traz dinamismo e motivação. As novas gerações têm energia e imaginação de sobra para atender à rapidez dos ciclos de negócio. Por isso, elas são valorizadas pelas companhias.
Diversas áreas veem com bons olhos a disposição dos mais novos em cumprir metas e tomar decisões de risco. Assim, os recém-formados são reconhecidos muito cedo por seus atributos relacionados ao desenvolvimento dos negócios. Este é um fenômeno do século XXI que tem-se mantido firme ano após ano. No entanto, apresenta vantagens e impasses.

Olhemos para o marketing, por exemplo. Em qualquer organização esta é a área que mais necessita de inovação e proatividade. Por trabalhar constantemente com a importância de "pensar fora da caixa", o setor costuma abrir os maiores espaços para os jovens. Eles são antenados e ambiciosos, e em pouco tempo mostram potencial para grandes ideias.

Ocorre que as pessoas com pouca idade no marketing normalmente não têm tanta experiência. Além disso, capacidade de trazer novidades não é tudo. Mesmo que produza reconhecimento rápido e ajude seus atores a assumirem cargos importantes, o poder puro e simples de inovar tem levado os jovens a pular posições e a queimar etapas importantes para sua formação.

Alguns deles assumem responsabilidades sem que tenham experiência para liderar pessoas e processos, sem maturidade e calma para fazer escolhas. E, para agravar, pouca experiência somada à falta de humildade e paciência são uma equação perigosa quando presentes em tomadores de decisão. Sem maturidade, capacitação e acompanhamento dos mais experientes -ou mais velhos-, eles podem representar um risco aos negócios.

Um remédio bastante indicado para esses casos é o coaching. Tendo ao lado um bom e experiente orientador com alguma frequência e objetivos claros a serem atingidos, um jovem profissional poderá chegar a posicionamentos que desenvolverão sua visão e maturidade em tempo hábil de não se perder seu talento e demais habilidades.

O coaching é, assim, uma luz forte e útil no fim do túnel. Isto diminui as chances ou evita que ocorram erros básicos - aqueles que custam milhões a qualquer empresa.

* Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. É autor do livro "Torta de Chocolate não Mata a Fome - Inspirações para a Vida, o Trabalho e os Relacionamentos".

MÁRIO HEINEN é psicólogo, pós-graduado em Administração de RH, em Dinâmica de Grupo e em Gestão da Qualidade para o Meio Ambiente. Consultor de pessoas e de organizações em Desenvolvimento Humano & Organizacional: RH, Pesquisa/Diagnóstico Organizacional e de CI/Endomarketing, T&D, Planejamento Estratégico, Qualidade Total, 'Eco Training' e 'Coaching' (ABRACOACHING). Ex-professor da UFRGS (Administração), da ULBRA (Psicologia), e ex-Diretor da FAJERS. Sócio Diretor da HEINEN - Parceria em Recursos Humanos.

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